No submundo oculto de uma metrópole decadente, a magia não é um dom divino; é uma transação brutal. Para cada milagre conjurado, o Cordão de Prata cobra seu preço em dias de vida, tutano e sangue.
Andrew não é um herói escolhido por uma profecia. Ele é apenas um sobrevivente sujo que cometeu o erro de ser leal. Quando seu único amigo, o alquimista Arthur Vance, é sequestrado por uma facção corporativa da Ordem, Andrew precisa invadir um matadouro transformado em fortaleza para resgatá-lo.
Mas os inimigos não são apenas mafiosos de terno. São tecnomagos que transformaram a fé em indústria e anjos que abdicaram do Paraíso para travar guerras na Terra.
Armado com uma espada sagrada que rejeita os puros e alimentado por uma magia que apodrece seu próprio corpo a cada feitiço, Andrew descobrirá que a justiça é um luxo que ele não pode pagar. Para vencer, ele não precisa ser um santo. Ele precisa ser o monstro que a luz se recusa a iluminar.
Eduardo Di Lauro divide-se entre a lógica do desenvolvimento de sistemas e a sensibilidade da composição musical, mas é nas sombras da ficção que encontra sua verdadeira voz. Mestre de RPG há mais de 20 anos, Eduardo utiliza essa vasta bagagem narrativa para construir mundos imersivos e personagens densos, marcados por conflitos profundos.
Fortemente influenciado pela estética de cenários como Trevas e Vampiro: A Máscara, estreou na literatura com 21 Noites de Eternidade e já trabalha em seu próximo romance. Quando não está escrevendo ou programando, você provavelmente o encontrará jogando Magic: The Gathering, apreciando um bom café ou na companhia de seus cachorros.